Lean Seis Sigma não é coisa de indústria.
O método resolve problema onde existe processo — hospital, transportadora, laboratório, oficina, escritório. Veja o mesmo DMAIC aplicado em setores diferentes.
Redução de Glosas nas Medições de Obra Faturadas a Clientes Corporativos
Financeiro — Faturamento de Obras B2B · Fev/2026 – Jul/2026
Definir
1 em cada 7 medições voltava glosada — e o caixa esperava 23 dias a mais.
O Financeiro do Grupo Altavia fatura cerca de 130 medições de obra por mês a clientes corporativos e órgãos contratantes, com tíquete médio de R$ 210 mil. No baseline, 14,2% das medições voltavam glosadas — recusa parcial ou total do contratante — atrasando o recebimento em média 23 dias, mobilizando 3 equipes em retrabalho e empurrando o PMR da carteira para 61 dias. A meta SMART: reduzir a taxa de medições glosadas de 14,2% para 6% (queda de 58%) até 31/07/2026, sem renegociar contratos vigentes e com orçamento de R$ 15 mil. O escopo cobriu da apuração dos quantitativos em campo ao aceite da medição, deixando de fora cobrança, negociação comercial e obras próprias de incorporação.
D1 Qual é o problema, em números? Onde ocorre e desde quando? Qual o impacto para o negócio e para o cliente?
O faturamento de obras B2B do Grupo Altavia apresenta ~130 medições por mês (34 contratos ativos, tíquete médio de R$ 210 mil, ~R$ 27,3 milhões/mês). No censo de jun/2025 a jan/2026, 14,2% das medições voltaram glosadas — cerca de 18 por mês, ~R$ 3,9 milhões com recebimento adiado em média 23 dias por ciclo de reapresentação. O retrabalho mobiliza 3 equipes (engenharia da obra, contratos e contas a receber) e o PMR da carteira está em 61 dias, corroendo a previsibilidade de caixa.
D2 Quem é o cliente do processo e o que ele considera crítico (CTQ — Critical to Quality)?
Os clientes do processo são o contratante corporativo ou órgão público (via fiscalização da obra), Contas a Receber/Tesouraria e a Controladoria. Os CTQs: quantitativos aderentes à memória de cálculo e ao critério de medição do contrato; pacote documental completo (ART, diário de obra assinado, relatório fotográfico); itens cobertos por contrato ou aditivo formalizado; impostos e retenções corretos; e recebimento dentro do prazo contratual.
D3 Qual é a meta do projeto? (objetivo + valor + prazo)
Meta SMART: reduzir a taxa de medições glosadas no faturamento de obras B2B de 14,2% para 6% (queda de 58%) até 31/07/2026, sem renegociar contratos vigentes, mantendo o calendário de faturamento e com orçamento aprovado de R$ 15 mil.
D4 Qual é o escopo? O que entra e o que fica de fora?
Dentro do escopo: os 34 contratos B2B ativos, da apuração dos quantitativos em campo à montagem do boletim, conferência, pacote documental, formalização de aditivos para fins de medição, parametrização fiscal, envio e aceite. Fora do escopo: negociação comercial e reequilíbrio de contratos, cobrança e inadimplência, obras próprias de incorporação e troca do ERP (apenas parametrização).
D5 Quais são os dados históricos conhecidos e o ganho esperado?
O baseline vem do censo de 8 meses (jun/2025 a jan/2026): média de 14,2% de medições glosadas, oscilando entre 13,5% e 15,1%, com 111 apontamentos de glosa em 55 medições no trimestre nov/25–jan/26. O ganho estimado é de R$ 340 mil/ano — R$ 240 mil de custo financeiro evitado pela antecipação média de 23 dias sobre ~R$ 2,3 milhões/mês e R$ 100 mil de retrabalho das 3 equipes — validado pela Controladoria em 20/02/2026, com payback inferior a 1 mês.
D6 Há patrocínio (sponsor) e equipe definidos?
Sponsor: Eduardo Vilela (Diretoria Administrativo-Financeira). Green Belt líder: Camila Nogueira (Contas a Receber — Faturamento de Obras, 50%). Equipe: André Sampaio (Engenharia de Obras — medições, 20%), Luciana Prates (Contratos e Aditivos, 15%), Fábio Cardoso (Fiscal e Tributário, 10%) e Juliana Melo (Contas a Receber — faturamento, 20%).
Medir
Definição operacional de glosa e censo de 8 meses: patamar estável de 14,2%.
O SIPOC delimitou o faturamento de medições em 6 macroetapas, da apuração dos quantitativos em campo ao aceite do contratante. O plano de coleta fixou a definição operacional: medição glosada é a que recebe recusa formal, parcial ou total, exigindo correção e reapresentação. Antes de confiar nos dados, um MSA por atributos com 3 avaliadores e 30 medições históricas exigiu concordância mínima de 90% — o resultado foi 93%. O baseline saiu do censo de jun/2025 a jan/2026: média de 14,2% (entre 13,5% e 15,1%), com 111 apontamentos de glosa em 55 medições no trimestre nov/25–jan/26, estratificados por contrato, contratante e motivo.
M1 Qual é o Y do projeto e como ele é medido?
O Y do projeto é a taxa de medições glosadas no mês: medições que recebem recusa formal do contratante — parcial ou total, via carta de glosa ou apontamento da fiscalização — exigindo correção e reapresentação, divididas pelas medições apresentadas no mês × 100. É medida por censo (100% das ~130 medições/mês), com registro de aceite/glosa por medição no ERP.
M2 Qual é a linha de referência (o desempenho atual, em números)?
A linha de referência foi construída por censo de 8 meses (jun/2025 a jan/2026): 13,8%, 15,1%, 14,0%, 14,6%, 13,5%, 14,9%, 13,9% e 14,2% — média de 14,2%, um patamar estável e alto. Isso significa ~18 das 130 medições mensais voltando glosadas, com ~R$ 3,9 milhões/mês entrando no ciclo de reapresentação de 23 dias.
M3 A medição é confiável? Como você garantiu isso?
Antes de confiar nos dados, rodou-se um MSA por atributos: 3 avaliadores (contas a receber, engenharia e contratos) classificaram 30 medições históricas em 2 rodadas — glosa procedente, improcedente ou sem glosa — exigindo concordância ≥ 90% entre avaliadores e com o padrão do especialista. O resultado foi 93% e a coleta retroativa virou baseline oficial.
M4 Qual a capacidade atual do processo — ou o nível atual do indicador?
Com 14,2% de glosas, o processo aprova de primeira apenas 85,8% das medições — bem abaixo da referência de boas práticas do setor usada como meta, de 94% de aprovação (6% de glosa). É um gap estrutural: no nível atual, o processo é incapaz de sustentar os prazos contratuais de recebimento, e o PMR de 61 dias é consequência direta disso.
M5 Os dados foram estratificados? Onde o problema se concentra?
Sim. No trimestre nov/25–jan/26 (55 medições glosadas, 111 apontamentos): divergência de quantitativo × memória de cálculo (40; 36%) e documentação obrigatória incompleta (31; 28%) somam 64% dos apontamentos. Além disso, 62% das medições glosadas estavam em contratos com aditivo em andamento e 70% foram montadas nos últimos 3 dias úteis do fechamento.
M6 Qual o tamanho da lacuna (a oportunidade do projeto)?
A lacuna entre o baseline (14,2%) e a meta (6%) é de 8,2 pontos percentuais — redução de 58%, equivalente a eliminar ~11 das ~18 medições glosadas por mês. Em caixa, significa tirar ~R$ 2,3 milhões/mês do ciclo de reapresentação de 23 dias e derrubar o PMR da carteira de 61 para ~52 dias.
Analisar
Quantitativo e documentação somavam 64% das glosas — a causa era método, não o fiscal do cliente.
O Pareto sobre 111 apontamentos de glosa mostrou que divergência de quantitativo × memória de cálculo (36%) e documentação obrigatória incompleta (28%) somavam 64% do problema — incluindo itens sem aditivo formalizado, 81%. O Ishikawa levantou hipóteses em 6 categorias e a Matriz Causa × Efeito priorizou 5 fatores (corte em ≥ 108 pontos), liderados pela montagem da medição sem conferência contra a memória de cálculo (216 pontos). Os 5 Porquês, partindo de três glosas reais, comprovaram as causas-raiz: apontamento de campo sem conferência padronizada, ausência de checklist documental por contratante e aditivos executados antes da formalização.
A1 Quais são as causas potenciais do problema?
O Ishikawa (workshop de 14/04/2026) levantou causas nos 6M: Método (medição montada em 1 dia no fechamento, sem checklist nem dupla conferência; pacote documental de cada contratante não padronizado; aditivo executado antes de formalizar), Sistema/ERP (boletim não vinculado à memória de cálculo; planilhas paralelas por obra), Mão de obra (apontadores sem treinamento no critério de medição; conferência concentrada no engenheiro da obra), Informação (memória de cálculo desatualizada após revisão de projeto; fotos e diário arquivados fora do padrão), Medição (critério interpretado de forma diferente entre obra e fiscalização) e Meio ambiente (70% das medições nos últimos 3 dias úteis do mês).
A2 Quais causas foram priorizadas e por quê?
A Matriz Causa × Efeito, ponderada pelos CTQs (medição aprovada de primeira, peso 10; recebimento no prazo, peso 8; baixo retrabalho, peso 6), priorizou 5 causas com corte natural em ≥ 108 pontos: montagem da medição sem conferência contra a memória de cálculo (216), ausência de checklist documental por contratante (180), aditivo executado sem formalização (132), concentração do fechamento nos últimos 3 dias úteis (108) e parametrização fiscal desatualizada por contrato (108).
A3 As causas foram comprovadas com evidência (dado, observação ou teste) — e não só opinião?
Sim, com glosas reais analisadas no gemba pelos 5 Porquês: a medição nº 14 do contrato 2041 foi glosada em R$ 86 mil porque o quantitativo de escavação foi apontado por estimativa, sem conferência contra a memória de cálculo; a nº 9 do contrato 1987 foi glosada integralmente por ART vencida e diário de obra sem assinatura da fiscalização; a nº 11 do contrato 2210 cobrou drenagem executada em urgência sem termo aditivo assinado. O cruzamento dos dados confirmou: 62% das glosadas em contratos com aditivo em andamento e 70% montadas nos últimos 3 dias úteis.
A4 Qual a relação entre as causas (X) e o resultado (Y)?
A relação X→Y é direta: sem conferência contra a memória de cálculo, o quantitativo diverge do critério do contrato — motivo de 36% dos apontamentos; sem checklist por contratante, o pacote documental sai incompleto — 28%; sem formalização prévia, itens executados caem fora do contrato — 17%. A concentração do fechamento nos últimos 3 dias úteis multiplica as três. São falhas de método e calendário, não de desempenho individual.
A5 Quais são as poucas causas vitais que respondem pela maior parte do problema (Pareto)?
As três causas vitais são: (1) medição montada sem conferência padronizada contra a memória de cálculo e o critério de medição do contrato; (2) ausência de checklist de documentação obrigatória por contratante, com responsável nomeado; (3) aditivos executados antes da formalização, sem calendário nem trava no boletim. Juntas, respondem por 81% dos apontamentos de glosa (90 de 111).
Melhorar
Checklist, dupla conferência e trava de aditivos: piloto a 6,8% por R$ 12,4 mil.
A matriz esforço × impacto avaliou 8 soluções: 4 entraram como 'fazer já' (checklist digital de medição por contratante, dupla conferência amostral, calendário de formalização de aditivos com trava no boletim e janela de fechamento antecipada), 2 como 'planejar', 1 foi adiada e 1 descartada por atacar o sintoma com o maior esforço. O 5W2H detalhou 7 ações por R$ 12.400 dos R$ 15 mil orçados. O piloto rodou nos 2 contratos-âncora (31% do faturamento) no ciclo de medição de maio/2026, com critério de sucesso de glosas ≤ 8%: fechou o ciclo em 6,8%, e o pacote foi escalado aos 34 contratos em junho.
I1 As soluções atacam as causas-raiz comprovadas (e não os sintomas)?
Sim: o checklist digital de medição e a dupla conferência amostral atacam a causa-raiz 1 (quantitativo apontado sem conferência contra a memória de cálculo); o mesmo checklist, com o pacote documental específico de cada contratante e responsável nomeado, ataca a causa-raiz 2; o calendário de formalização com a trava 'item sem aditivo assinado não entra no boletim' ataca a causa-raiz 3. A janela de fechamento antecipada reduz o pico dos últimos 3 dias úteis, que multiplicava as três.
I2 Como as soluções foram priorizadas (impacto × esforço)?
A matriz esforço × impacto avaliou 8 soluções: 4 entraram como 'fazer já' (checklist digital por contratante, dupla conferência amostral, calendário de aditivos com trava, janela de fechamento antecipada) e 2 como 'planejar' (integração boletim ↔ ERP e revisão da parametrização fiscal dos 34 contratos), por exigirem mais TI. Uma foi adiada (portal de medições com o cliente, dependente da TI dos contratantes) e outra descartada (célula dedicada de conferência: o maior esforço atacando o sintoma, não a causa).
I3 Houve piloto/teste antes de escalar?
Sim: as soluções foram testadas juntas num piloto nos 2 contratos-âncora — 2041 (centro de distribuição, Extrema/MG) e 1987 (expansão hospitalar, Vitória/ES), 31% do faturamento — no ciclo de medição de maio/2026, com critério de sucesso de glosas ≤ 8%. O ciclo fechou em 6,8% (contra 14,2% do baseline); validado com o sponsor em 05/06, o pacote foi escalado aos 34 contratos no ciclo de junho e alimentou o plano de controle.
I4 Qual o ganho esperado com as soluções propostas (no indicador e, se possível, em R$)?
O plano de ação custou R$ 12.400 dos R$ 15.000 orçados (folga de 17%). Ganho esperado: taxa de glosas de 14,2% para ≤ 6%, PMR da carteira de 61 para ~52 dias e R$ 340 mil/ano — R$ 240 mil de custo financeiro evitado pela antecipação média de 23 dias sobre ~R$ 2,3 milhões/mês e R$ 100 mil de retrabalho das 3 equipes — com payback inferior a 1 mês.
Controlar
Consolidado em 5,9% — abaixo da meta — com PMR 9 dias menor e plano de reação ativo.
O plano de controle monitora semanalmente a taxa de glosas em gráfico p (linha central recalculada em 5,9%, limite superior 8,4%) e, por ciclo, os X's críticos: adesão de 100% ao checklist, dupla conferência executada, zero item sem aditivo formalizado e 80% das medições enviadas até o dia 25. O OCAP define gatilhos objetivos, com contenção em 48h e tratativa no mesmo dia com o contratante quando a glosa atinge contrato-âncora. No handover de 31/07/2026, a gestão passou à Gerência de Contas a Receber, com revisão mensal por 3 meses e auditoria do ganho de R$ 340 mil/ano pela Controladoria prevista para jan/2027.
C1 O resultado foi confirmado com dados? A meta foi atingida — ou quanto dela?
Sim: o gráfico p das 12 semanas entre o início do piloto e o handover (S19–S30) mostra a linha central recalculada em 5,9% — abaixo da meta de 6% — com os pontos entre 4,8% e 7,0%, nenhum acima do limite superior de 8,4% e as últimas 4 semanas abaixo de 5,6%. A meta foi atingida e superada no consolidado da carteira.
C2 Qual o ganho obtido (no indicador e, se possível, em R$)?
A taxa de medições glosadas caiu de 14,2% para o patamar consolidado de 5,9% (redução de 58%), e o PMR da carteira recuou de 61 para 52 dias, tirando ~R$ 2,3 milhões/mês do ciclo de reapresentação. O ganho é de R$ 340 mil/ano — R$ 240 mil de custo financeiro evitado e R$ 100 mil de retrabalho das 3 equipes — a ser auditado pela Controladoria após 6 meses de sustentação.
C3 O novo processo foi padronizado (POP / instruções)?
Sim: viraram padrão o POP de montagem de medição com o checklist digital por contratante, o POP de dupla conferência (100% nos contratos-âncora, 30% amostral nos demais), o fluxo formal de aditivos com trava no boletim e o calendário de fechamento antecipado — publicados em 10/07/2026 e treinados com os engenheiros e apontadores das obras B2B.
C4 Como o ganho será monitorado ao longo do tempo? Com quais indicadores?
O Y é monitorado semanalmente em gráfico p (LC 5,9% / LSC 8,4% / LIC 3,4%) e os X's por ciclo de medição: adesão ao checklist (100%), dupla conferência executada (100% âncora, 30% amostral), itens sem aditivo formalizado no boletim (zero) e medições enviadas até o dia 25 (≥ 80%). Mensalmente, a Controladoria acompanha o PMR da carteira (≤ 52 dias) e o custo de retrabalho (≤ R$ 6 mil/mês).
C5 Há plano de reação para desvios?
O OCAP define 4 sinais com ação padrão: ponto acima do LSC (8,4%) aciona contenção em 48h, com força-tarefa de reapresentação e análise do motivo; 7 pontos consecutivos acima da LC disparam diagnóstico em 1 semana; glosa em contrato-âncora exige tratativa com a fiscalização do contratante no mesmo dia; e X fora do padrão (checklist, conferência ou aditivo) bloqueia o envio da medição até a correção. Sequência: conter → diagnosticar → corrigir → verificar → registrar.
C6 Quem é o dono do processo daqui para frente?
A partir do handover em 31/07/2026, a gestão do plano passa da Green Belt (Camila Nogueira) para Patrícia Fonseca, Gerência de Contas a Receber, dona formal do processo, com revisão mensal nos 3 primeiros meses e trimestral depois. A Engenharia de Obras (André Sampaio) mantém a corresponsabilidade pelos X's de campo.
C7 O ganho se manteve após a implementação (evidência de sustentação)?
As 12 semanas entre o piloto e o handover (S19–S30) mostram o indicador estável entre 4,8% e 7,0%, sem nenhum retorno ao baseline de 14,2% e com as últimas 4 semanas abaixo de 5,6% — evidência de que o ganho se sustentou além do primeiro ciclo. A confirmação financeira formal do ganho de R$ 340 mil/ano está prevista para jan/2027, após 6 meses de sustentação.
C8 Houve replicação / registro de lições aprendidas?
Sim: o checklist por contratante e a trava de aditivos foram adotados como padrão de entrada para todo contrato B2B novo — configurados antes da primeira medição — e o formato foi apresentado ao braço Altavia Hotéis para os contratos de reforma. A lição central registrada: tratar a medição como um produto com requisitos específicos por cliente (quantitativo, documentos, aditivos, impostos), conferido antes do envio — e não depois da glosa.
A taxa de medições glosadas caiu de 14,2% para o patamar consolidado de 5,9% (últimas semanas entre 4,8% e 5,6%), superando a meta de 6%. O PMR da carteira recuou de 61 para 52 dias, devolvendo previsibilidade ao caixa. O ganho de R$ 340 mil/ano — custo financeiro evitado e retrabalho de 3 equipes — será auditado pela Controladoria após 6 meses de sustentação.
Baixar a apresentação executiva do casePronto pra desenvolver o seu?
Use este exemplo como referência de profundidade — descreva com fatos e números, comprove com evidência, confirme o ganho.
